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Maria Carmen Bovo, também grafada em reportagem como Maria Carmem Bovo e conhecida como Carminha, é uma personagem ligada à história recente da farmácia, da homeopatia e do comércio de saúde em São João da Boa Vista.
A reportagem “Família Bovo e a Farmácia: história de amor e trabalho”, publicada por O Município em 2024, reconstrói a trajetória familiar desde a mudança para a zona urbana de São João no início da década de 1960. Segundo o relato, a família se aproximou do ramo farmacêutico quando João Bovo começou a trabalhar na Farmácia Nossa Senhora Aparecida. Em 1969, a matriarca Maria Bovo comprou a Drogafani, que passaria a marcar a memória comercial da família.
Carminha começou a trabalhar na farmácia ainda adolescente, em meio período, ao lado dos irmãos. Em 1977, foi para Araraquara cursar Ciências Farmacêuticas na UNESP; posteriormente, interessou-se pela homeopatia e fez especialização em Ribeirão Preto. Em 1989, abriu a Queops, apresentada pela reportagem como a primeira farmácia de homeopatia da cidade.
A trajetória de Maria Carmen Bovo permite ao site tratar a farmácia não apenas como estabelecimento comercial, mas como lugar de confiança, cuidado e vínculo comunitário. A reportagem registra que a Drogafani foi vendida em 2017 e que a venda da Queops, em 2024, encerrou um ciclo de quase meio século da família Bovo nesse ramo.
Sua trajetória se enquadra melhor nos campos da saúde, do cotidiano e da memória comercial do que na educação. A história também pode ser lida pelo eixo “Família Bovo e a Farmácia”, com Maria Carmen Bovo como personalidade associada.