Memória Viva São João da Boa Vista

Linha do Tempo

O tempo da cidade

Um ano, um fato, uma porta de leitura. Sem misturar assuntos no mesmo marco.

  1. Campo Triste

    O antigo Campo Triste como referência territorial da ocupação rural anterior à consolidação urbana de São João.

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  2. Escravidão em São João

    O trabalho forçado na formação rural sanjoanense, com registros a localizar em inventários, batismos, testamentos e óbitos.

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  3. Presença negra em São João

    Trajetórias negras a recuperar para além da escravidão, incluindo nomes, famílias, trabalho, cultura e memória.

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  4. Debate sobre a fundação

    O conflito historiográfico entre 1821 e 1824, com fontes, comissão de 2020 e versões que precisam permanecer distinguidas.

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  5. Versão de fundação em 1821

    A versão de 1821, difundida a partir de pesquisa histórica local, apresentada como tradição em debate.

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  6. Versão de fundação segundo IBGE

    Data de origem registrada em fonte do IBGE, apresentada em debate com 1824 para explicar critérios diferentes de fundação.

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  7. Projeto de cidade de João Ramalho

    A organização de terras, ruas, capela, lotes e nome urbano atribuída a João José Vieira Ramalho.

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  8. Fundação oficial em 1824

    A data oficial de 24 de junho de 1824, consolidada pela Lei Ordinária nº 4.643/2020 após revisão documental.

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  9. Versão de fundação segundo Prefeitura

    Data oficial municipal, ligada à tradição de Antônio Machado, João Ramalho, capela, terras e formação do povoado.

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  10. Fazenda do Padre Ramalho com engenho

    Marco rural associado à Fazenda São João dos Pinheiros, produção inicial, engenho e projeto econômico do padre Ramalho.

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  11. Lavouras do século XIX

    As lavouras, engenhos, olarias e serrarias que estruturaram a vida econômica antes da urbanização plena.

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  12. Capela de Santo Antônio

    A capela rústica de Santo Antônio como primeiro marco religioso citado nas narrativas de formação do povoado.

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  13. Capela de São João Batista

    A capela de São João Batista e sua importância para o nome, a devoção e a organização social inicial.

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  14. Nome São João da Boa Vista

    Marco de nomeação que conecta devoção a São João, paisagem da Boa Vista e identidade pública da cidade.

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  15. Urbanização inicial por Amorim Sigar

    Pauta para investigar desenho urbano, ruas, lotes, agentes locais e formalização do povoado.

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  16. De Capela a Município

    Freguesia, vila e consolidação administrativa, com datas a cruzar entre Prefeitura, IBGE e Câmara.

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  17. Freguesia

    Etapa administrativa e religiosa que ajuda a explicar a passagem de capela para comunidade reconhecida.

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  18. Freguesia de São João

    A elevação a freguesia em 1838 como passo religioso e administrativo na consolidação da povoação.

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  19. Primeira Assembleia Paroquial

    Marco de organização política local, representação e vida pública antes da plena autonomia municipal.

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  20. Cadeira de primeiras letras para meninos

    Entrada para a história da educação inicial, alfabetização, professores e formação das primeiras gerações escolarizadas.

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  21. Igreja Matriz em 1853

    A Igreja Matriz inaugurada em 1853 e sua centralidade religiosa, urbana e simbólica no núcleo histórico.

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  22. Morte de João Ramalho em 1853

    A morte de João José Vieira Ramalho durante a missa solene de inauguração da Matriz.

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  23. Câmara Municipal

    Instituição chave para a história administrativa.

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  24. Primeira legislatura da Câmara

    A instalação da primeira Câmara e a sessão de 7 de novembro de 1859 na vida política local.

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  25. Primeira legislatura em 1859

    A primeira legislatura municipal e sua instalação na vida política local.

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  26. Vila de São João

    A elevação a vila em 1859 como etapa política anterior à emancipação municipal.

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  27. Vila de São João em 1859

    A elevação de São João a vila como passo administrativo decisivo.

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  28. Chegada de imigrantes ligados à ferrovia

    Pista para conectar imigração, trabalho técnico, ferrovia, registros de estrangeiros e novas famílias.

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  29. Escoamento do café pela ferrovia

    O escoamento da produção cafeeira pela ferrovia como processo econômico específico do final do século XIX.

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  30. Cidade em 1880

    A condição de cidade e a consolidação urbana no fim do século XIX.

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  31. Emancipação municipal em 1880

    O desligamento de Mogi Mirim em 24 de abril de 1880 e a afirmação institucional do município.

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  32. Município em 1880

    A emancipação municipal e o desligamento de Mogi Mirim em 1880.

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  33. Crescimento urbano no século XIX

    A expansão urbana favorecida pela ferrovia, pelo comércio e pela circulação regional.

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  34. Estação Ferroviária

    Lugar estratégico para a história da Mogiana e do Ramal de Caldas.

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  35. Ferrovia em São João

    A chegada da Companhia Mogiana e o impacto da estação na circulação de pessoas, mercadorias e notícias.

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  36. Inauguração da ferrovia

    Virada de circulação regional ligada à Companhia Mogiana, Ramal de Caldas, café, passageiros, comércio e estação.

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  37. Quando o Trem Chegou

    Companhia Mogiana, Ramal de Caldas, Estação Ferroviária e impacto econômico.

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  38. Santa Casa Dona Carolina Malheiros

    A Santa Casa como referência local e regional de saúde, criada a partir da doação de Dona Carolina Malheiros.

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  39. Centro Recreativo Sanjoanense

    O Centro Recreativo Sanjoanense como clube social ligado a bailes, reuniões e eventos culturais.

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  40. Jornal Cidade de São João

    Período de imprensa antiga que pode revelar anúncios, política, comércio, cultura e cotidiano urbano.

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  41. Jornal O Município

    Marco para acompanhar imprensa local de longa duração, notícias, memória pública e acervo jornalístico.

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  42. O Município

    O jornal O Município como memória impressa desde 1906 e fonte para pesquisa pública sobre São João.

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  43. O Theatro Municipal

    O Theatro Municipal como edifício-chave da cultura local, da Companhia Theatral Sanjoanense à restauração.

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  44. Companhia Teatral Sanjoanense em 1913

    A Companhia Teatral Sanjoanense como origem institucional da construção do Theatro Municipal.

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  45. Pedra fundamental do Theatro em 1913

    A pedra fundamental do Theatro Municipal como marco da cultura urbana sanjoanense.

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  46. Inauguração do Theatro Municipal

    Marco cultural da cidade, ligado à modernidade, sociabilidade, espetáculos, arquitetura e patrimônio.

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  47. O Futebol Rubro-Negro da Esportiva

    Eixo esportivo que liga a fundação da Sanjoanense, a fusão com a Associação Atlética São João em 1920, a inauguração do estádio Dr. Oscar de Andrade Nogueira em 1921 e conquistas preservadas no Memorial Rubro Negro.

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  48. Sociedade Esportiva Sanjoanense

    Clube recreativo, esportivo e social fundado em 1º de julho de 1916, com cores rubro-negras e brancas, presença decisiva no futebol, na sociabilidade e na formação esportiva de São João da Boa Vista.

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  49. Taça Tulé de 1918

    Primeiro troféu citado pelo Memorial Rubro Negro para o futebol sanjoanense: conquista de 13 de janeiro de 1918, em jogo contra o American Foot-Ball Club, de São Paulo, vencido por 2 a 0.

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  50. Tigres da Mogiana

    Apelido ligado ao título de Campeão da Mogyana de 1921, vencido pela Sociedade Esportiva Sanjoanense em 27 de março contra o Amparo Atlético Clube, quando o Memorial atribui ao jornalista Nage, do jornal O Município, a criação do slogan.

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  51. Palmeiras Futebol Clube

    O Palmeiras Futebol Clube de São João da Boa Vista como clube alvinegro fundado em 1924.

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  52. A Revolução de 1932 em São João

    Trincheiras, fronteira com Minas, voluntários e memória cívica local.

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  53. Revolução Constitucionalista

    Episódio de mobilização cívica, fronteira, voluntários, imprensa e memória de Maria Sguassábia.

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  54. Banda Dona Gabriela

    A Banda Dona Gabriela como tradição musical de praça, repertório popular e vida cultural comunitária.

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  55. Colégio Santo André

    O Colégio Santo André, as Irmãs Andrelinas e o prédio incorporado à trajetória da FAE/UNIFAE.

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  56. Estádio Getúlio Vargas Filho

    O estádio do Palmeiras como espaço esportivo inaugurado em 1955 e marco do futebol local.

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  57. Rádio local

    As rádios locais, seus estúdios, programações e vozes como parte da memória sonora da cidade.

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  58. Televisão local

    A chegada da TV, retransmissores, TV União e TV Serra Azul como pauta da comunicação visual local.

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  59. Elfusa

    A Elfusa como indústria histórica fundada em 1961 e integrada ao Grupo Curimbaba desde 1976.

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  60. Centro Universitário Municipal

    O modelo municipal de ensino superior ligado à FAE/UNIFAE e sua autonomia didático-científica.

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  61. Fundação de Ensino Octávio Bastos

    A fundação criada por Octávio da Silva Bastos e colaboradores para oferecer ensino superior sem fins lucrativos à região.

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  62. Linha do Tempo Educacional da UNIFEOB

    A linha do tempo institucional destaca Faculdade de Direito, Filosofia, Administração, Ciências Contábeis, Medicina Veterinária, Centro Universitário, Fazenda-Escola, polos, projetos e expansão regional.

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  63. UNIFAE

    A UNIFAE como autarquia municipal, centro universitário e referência regional de ensino superior.

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  64. UNIFEOB

    A UNIFEOB como instituição de ensino superior originada da Fundação Sanjoanense de Ensino.

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  65. Casa que virou museu

    A residência e o acervo deixados por Dona Tita para a criação do Museu Histórico.

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  66. Museu Histórico

    Criação do Museu Histórico e Pedagógico, abrindo frente para acervo, educação patrimonial e Dona Tita.

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  67. Museu Histórico e Pedagógico Dr. Armando Salles de Oliveira

    Fundado em 24 de junho de 1970, o Museu Histórico é uma das bases da memória pública de São João, instalado a partir do imóvel e do acervo deixados por Dona Tita à Prefeitura.

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  68. Academia de Letras de São João da Boa Vista

    Instituição cultural fundada em 9 de setembro de 1971 para reunir escritores, leitores e entusiastas da língua portuguesa e da literatura, hoje sediada na Estação das Artes.

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  69. As Cadeiras da Academia de Letras

    O estatuto da Academia estabelece 45 cadeiras numeradas, cada uma vinculada a um patrono, formando um mapa de memória literária, educacional e cultural da cidade.

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  70. Fundação da Academia de Letras em 1971

    A criação da Academia articula Milton Duarte Segurado, Octávio da Silva Bastos, Octávio Pereira Leite, Francisco Roberto de Almeida Júnior, Dom Tomás Vaquero e Emílio Lansac Toha em torno de uma instituição literária sanjoanense.

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  71. Galeria dos Presidentes da Academia

    A galeria de presidentes reúne biografias, gestões e ações como cinquentenário, atualização dos fundadores, catalogação de acervo, palestras virtuais e participação em projetos educacionais.

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  72. Lamesa

    A Lamesa como indústria de cabos elétricos nascida em 1971 e ligada à história do trabalho local.

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  73. Cantina Tekinfin

    A Cantina Tekinfin como ponto de encontro gastronômico no centro e referência de memória cotidiana.

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  74. A Esportiva na Terceira Divisão de 1977

    O Memorial Rubro Negro registra a Sanjoanense como campeã da Terceira Divisão do Estado de São Paulo, Série C, em agosto de 1977, após liderança na primeira fase e em um dos quadrangulares da segunda fase.

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  75. Museu de Arte Sacra

    Fundação do Museu de Arte Sacra da Diocese, com acervo regional e preservação de objetos religiosos.

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  76. Museu de Arte Sacra da Diocese

    Fundado em janeiro de 1987 por Dom Tomás Vaquero e João Batista Merlin, o Museu de Arte Sacra preserva a memória religiosa regional por meio de peças vindas dos municípios da Diocese.

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  77. Tombamento estadual do Theatro

    Marco de preservação patrimonial do Theatro Municipal e reconhecimento de seu valor histórico e arquitetônico.

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  78. Fundação do Arquivo Público Matildes Salomão

    Criação do arquivo público histórico, base para consulta, preservação documental e pesquisa local.

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  79. Arquivo recebe o nome de Matildes

    Homenagem a Matildes Rezende Lopes Salomão e reconhecimento do trabalho de preservação da memória.

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  80. Palácio Episcopal

    O Palácio Episcopal como edifício de referência religiosa e novo endereço do Museu de Arte Sacra.

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  81. Criação do campus da UNESP

    Camada contemporânea de educação superior pública, engenharia, juventude e ciência na cidade.

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  82. História Viva

    O projeto História Viva como iniciativa de memória e educação patrimonial vinculada à UNIFAE.

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  83. Orquestra Brasileira Inclusiva

    A Orquestra Brasileira Inclusiva como projeto musical contemporâneo de formação, cidadania e inclusão.

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  84. Memorial Rubro Negro

    Espaço de preservação da Esportiva iniciado em 2018, inaugurado em 20 de julho de 2019 e reinaugurado em 4 de setembro de 2023, reunindo fotografias, medalhas, flâmulas, documentos, móveis, objetos antigos, mais de 800 troféus e mais de 10 mil itens do clube.

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  85. Concurso Orides Fontela

    Ação da Academia e da UniFAE em 2019, ligada ao Seminário Orides Fontela e a Poesia Contemporânea, mobilizando estudantes da região em torno da vida e obra da poeta.

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  86. Gabinete Acadêmico de Leitura

    Espaço de leitura e pesquisa da Academia, apresentado após catalogação das obras, organização por classificação Dewey e uso do software Biblivre para consulta do acervo.

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  87. Bicentenário pela data oficial da Prefeitura

    Ano de comemoração oficial que reforça a necessidade de explicar o debate entre 1821 e 1824.

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  88. Reio futsal

    O Reio/Sequóia/Time São João e sua trajetória recente no futsal regional, incluindo a Taça EPTV.

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  89. 25 anos do Arquivo Matildes

    Comemoração do arquivo como instituição viva, com acervo, atendimento, pesquisa e preservação continuada.

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  90. Palácio Jaguari Mirim

    A denominação Palácio Jaguari Mirim dada ao Paço Municipal em 2025.

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  91. IPHAN no Museu Histórico

    A visita técnica do IPHAN ao Museu Histórico e as orientações sobre guarda, registro e conservação.

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  92. Patrimônio arqueológico

    Materiais arqueológicos, guarda institucional e responsabilidades de preservação como tema próprio.

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