Memória Viva São João da Boa Vista
Bloco-mestre: bairros históricos e memória urbana

Perfil biográfico · Geografia

Perpétuo Socorro e Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

O Perpétuo Socorro, como bairro e referência religiosa, está fortemente associado ao Santuário / Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e à presença dos Missionários Redentoristas em São João da Boa Vista.

Texto-fonte · Texto curto

Este é um texto de origem preservado a partir de Bloco-mestre: bairros históricos e memória urbana. Ele pode reunir mais de um assunto. Para leitura final, use os caminhos ligados e as fichas de assunto.

O Perpétuo Socorro, como bairro e referência religiosa, está fortemente associado ao Santuário / Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e à presença dos Missionários Redentoristas em São João da Boa Vista.

Segundo A12/Redentoristas, os primeiros missionários chegaram em 1940: padre Henrique Barros e o Irmão Baltazar. Em 19 de março de 1941, foi lançada a pedra fundamental da Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e também da nova residência que abrigaria a comunidade redentorista. Em 1942, outros religiosos chegaram à comunidade: padres Henrique de Barros, Juvenal Martins Ratto e Raimundo Moura, além do Irmão Manuel de Moura. Em janeiro de 1946, após dois anos de obras de alicerces e construção, a igreja estava pronta para ser inaugurada, embora ainda faltassem revestimentos, piso e altares.

A devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro ganhou continuidade nas Novenas Perpétuas, realizadas às quartas-feiras. O próprio nome “perpétua” é explicado pela prática semanal ininterrupta das orações dessa devoção.

O Santuário tem valor arquitetônico e patrimonial. A12/Redentoristas registra que a igreja é tombada pelo Patrimônio Histórico Municipal, possui belos vitrais, telhado todo feito em madeira e obras atribuídas a três artistas alemães redentoristas: os irmãos José Uschold, Simão Corbiniano Veicht e Baltazar João Dess. O altar, com um calvário de grandes proporções, é destacado como elemento marcante do conjunto.

O site oficial do Santuário também registra a Praça do Santuário nº 11, Perpétuo Socorro, e mantém publicações de memória sobre a antiga capela, quermesse desde 1941, sinos, via sacra de 1942, construtores do forro, portas talhadas, altar e ações sociais.

Para o Memória Viva São João, O registro pode separar duas camadas: o bairro Perpétuo Socorro como localidade urbana e o Santuário como instituição religiosa e patrimônio. Quando não houver fonte suficiente para a origem do bairro como loteamento, o texto deve concentrar a narrativa no Santuário e marcar a história urbana do bairro como ponto a verificar.