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Maria Stela Rosa Sguassábia nasceu em Araraquara em 12 de março de 1889 e está ligada à memória de São João da Boa Vista pela atuação como professora rural e pela participação na Revolução Constitucionalista de 1932. O material-base a apresenta como uma das personagens mais fortes do período: professora de escola primária rural na Fazenda Paulicéia, no município de São João, ela teria se infiltrado nas tropas revolucionárias usando o uniforme do irmão e adotando o nome de guerra "Mário Sguassábia".
Durante o conflito, foi incorporada à 4ª companhia da milícia civil. A narrativa preservada registra sua bravura em combate e o episódio em que teria rendido sozinha o tenente ditatorial João Batista Silveira. Por esse feito, foi promovida a cabo e depois a sargento. A derrota paulista em outubro de 1932, no entanto, teve consequências pessoais duras: segundo o material consolidado, o mesmo tenente teria influenciado sua demissão do cargo de professora. Maria Sguassábia passou a sobreviver como costureira até conseguir retomar a vida pública como inspetora de alunos no Instituto de Educação Christiano Osório de Oliveira.
Maria Sguassábia aparece como assunto individual, e não apenas como nota dentro da Revolução de 1932. A Revolução é o contexto; Maria é a personagem. A pesquisa precisa separar o que está documentado, o que vem de tradição memorial e o que ainda exige fonte primária. O episódio do disfarce, da promoção militar e da exoneração precisa ser narrado com clareza, mas também com indicação de grau de confiança.
Há uma duplicidade atual a ser resolvida: o site contém referências a "Maria Sguassábia" e "Maria Stela Rosa Sguassábia". O assunto deve ser consolidado em uma página principal, preferencialmente com o nome completo, mantendo redirecionamento ou ligação a partir da forma abreviada. A página da Revolução de 1932 deve apontar para ela, não repetir seu texto integral.