1798–1821 · 262 palavras
Campo Triste
Campo Triste é o nome da área rural que aparece nos documentos mais antigos sobre o território de São João da Boa Vista.
Atualização editorial
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1798–1821 · 262 palavras
Campo Triste é o nome da área rural que aparece nos documentos mais antigos sobre o território de São João da Boa Vista.
anterior ao século XVIII · 239 palavras
Antes das sesmarias, antes das fazendas, antes da capela de Antônio Machado, o território onde São João da Boa Vista se formaria era habitado por povos indígenas.
longa duração — anterior ao século XVIII · 235 palavras
Os povos originários que habitavam o território hoje ocupado por São João da Boa Vista faziam parte de um mundo muito mais amplo: o interior do que viria a ser São Paulo e o sul de Minas Gerais, com suas serras, rios, matas e caminhos que os colonizadores ainda não conheciam.
1877–1900 · 188 palavras
A Fazenda Barreiro foi uma das propriedades dos irmãos Guilherme e Nicolau Rehder em São João da Boa Vista e o destino dos primeiros imigrantes que chegaram à cidade a partir de 1877.
2025 · 165 palavras
Em 2025, o Paço Municipal de São João da Boa Vista recebeu o nome de Palácio Jaguari Mirim.
1880–1889 · 232 palavras
Em 1880, São João da Boa Vista tornou-se cidade e município independente — desligado de Mogi Mirim, com Câmara própria funcionando desde 1859 e território que incluía o que hoje são Aguaí, Águas da Prata e Vargem Grande do Sul.
1887–1969 · 222 palavras
Maria Inês da Silva Oliveira, conhecida como Dona Tita, nasceu em 1887 e morreu em 1969.
1975–presente · 186 palavras
A Cantina Tekinfin foi fundada em 1975 na Avenida Dona Gertrudes, no centro de São João da Boa Vista.
1896–presente · 247 palavras
O Grupo Escolar Coronel Joaquim José foi fundado em 3 de novembro de 1896 e é apresentado como o primeiro estabelecimento de ensino oficial de São João da Boa Vista.
1887–presente · 246 palavras
O prédio do Senac em São João da Boa Vista é um dos edifícios mais carregados de história no centro da cidade.
1887–1942 · 194 palavras
A cadeia pública de São João da Boa Vista funcionou no mesmo prédio que a Câmara Municipal por décadas — separadas por um lance de escada.
contemporâneo · 182 palavras
Neusa Maria Soares de Menezes é a pesquisadora responsável pelo projeto Mulheres de São João da Boa Vista — um dos acervos mais importantes para a história das mulheres na cidade.
contemporâneo · 154 palavras
Lucelena Maia é escritora, poeta e presidente da Academia de Letras de São João da Boa Vista.
século XX · 166 palavras
Milton Duarte Segurado é citado como o intelectual que lançou a ideia de criar uma Academia de Letras em São João da Boa Vista, a partir de vínculos com a Academia Campineira e com a cena educacional da região.